Enterite crônica

Cão, nascido em 01/2001, castrado, pinscher

Queixa principal – enterite crônica

Muito bonzinho, bem alegrinho, não gosta que mexa nas patas, se irrita fácil. Assustadiço. Prefere ficar andando quando está no colo. Morde a cachorra quando ela tenta lamber, morde o dono se tentar beijar, a dona não. Tem inflamação no ouvido direito, tirou todos os dentes, sem mau hálito. Boca seca. às vezes quando boceja engasga. Precisa cobrir cm muito cobertor, não mantem a temperatura. Nas crises fica 3-5 dias sem comer, com diarreia, enjoo, muita ânsia sem vômito, a comida tem que ser fresca, senão passa mal, nas crises tem que administrar soro fisiológico. Quando vomita, que é difícil, vomita um pouco de água. Qualquer coisa para de comer, apetite caprichoso, demora para começar mas depois come muito. Arrota depois de comer e beber, alto. Ama manga, depois da compressão não gosta de doce, antes adorava. Depois que teve pancreatite, começou a diarreia. Adora tempero, alho principalmente, mas se come passa mal. As fezes variam muito de cor, rosa, verde, preto, marrom claro na maioria, muito muco, raramente sangue. Para defecar ou urinar precisa massagear o abdômen. Já teve infecção e pedras. Os ossos estão desmineralizando, comprimiu uma vértebra torácica em 08/2014, não anda mais, apenas senta.  Não mantém a temperatura do corpo, precisa ficar todo coberto. Medicado em 16/04/16.

Nova consulta em 18/06/16

Está deixando a cachorra lamber e o dono beijar, antes rosnava, está mais calmo. Incômodo no ouvido direito, a boca continua seca. Está comendo pela manhã e à tarde, à noite só às vezes. No início do tratamento ficou uns 20 dias sem crise nenhuma, agora acontecendo mais vezes, às vezes fica estranho, não tem fome pela manhã, tem gases, abdômen dilatado, fica incomodado. Agora acontecendo uma vez por semana, bebe normal. As fezes estão só na cor marrom, nas crises marrom claro. Tem mantido mais a temperatura.